Salve-se Quem puder #05 – Coitado do Pato

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Salve-se Quem puder é um momento de inatividade ociosa onde o Sunça exercita sua exorbitante genitália intelectual abordando os temas mais relevantes para a existência humana.

Humanos são seres culpados. Nessa vida baldia, inaudível e impalpável nos sentimos responsáveis por tudo, mas não necessariamente por todos. Aliás estendemos essa culpa e preocupação no máximo a nossa família, amigos e ao mendigo que mora em nossa rua e/ou bairro e que é nosso brother. Existe uma sensação que reina no universo de que deveríamos ser mais do que realmente somos, de que devíamos fazer mais do que realmente fazemos e de que fazemos parte de algo a mais. (O que provavelmente não é verdade.) E nos sentimos culpados por tudo isso. Por isso, não é estranho que a prática mais comum entre nós seja a transferência da culpa. Em alguns casos, como na justiça, a delegação da culpa.

Vivemos apontando o dedo uns para os outros, gritando uns com os outros, batendo um nos outros e matando uns aos outros. O que não faz sentido nenhum, uma vez que depois de morto fica difícil comprovar de que fulano de tal é que gosta de Chiquititas e não você. Um defunto não assiste tv, ele têm outras coisas para se preocupar: a decomposição, vermes e minhocas, a fome por cérebros humanos, curtir o fim de semana com Larry Wilson e Richard Parker e até mesmo assombrar a sua própria cozinha. Nosso translado de culpa foi tão longe, que chegamos a envolver um Pato.

E afinal, quem é esse Pato? Quem deve dinheiro a ele? Porque as pessoas não o pagam? Quem em sã consciência pegaria dinheiro emprestado de um Pato? Deixar um Pato pagar uma conta enquanto você foge pela janela do banheiro é algo que posso entender. E uma prática comum entre os bípedes da ordem dos primatas, mas tentar resolver seus problemas financeiros fazendo um empréstimo com um Pato é inaceitável e inviável. Até porque o mais rico deles é extremamente pão duro. Nossa represa de culpa é tão grande que decidimos, conscientemente, acomodar a culpa em uma ave. Depois de acessar sites pornos, evacuar ofensas na internet, no trânsito, nas revista e jornais nossa maior expertise é transferir as consequências de nossas ações e/ou atitudes para outras pessoas. E alguém sempre paga a conta. (No caso o Pato)

Há quem diga que a expressão “Pagar o Pato” se originou no séc. XV, quando um camponês que andava livre leve e solto com um pato debaixo de seu braço, passa em frete a uma casa e a moradora do local se interessa pelo pato. Uma atitude comum, raramente homens e mulheres demonstram interesse uns pelos outros e/ou se importam com as vidas alheias, exceto é claro, quando o sexo está na jogada. O camponês, que demonstrou interesse na moradora, oferece então o pato como forma de pagamento por atos sexuais. (Eu bem que avisei) A moradora, que tinha um estapafúrdio interesse pelo pato,  aceita o negócio. Mas como tudo não são flores,  a mulher decidiu que já tinham feito sexo suficiente, porém o camponês não concordou e eles começaram a discutir. Neste momento o marido da mulher chega em casa, rapidamente ela diz que a discussão é acerca do pagamento do pato. Para acabar com a confusão o marido pagou o camponês que foi embora. Como sempre, em nenhum momento, passou pela cabeça dos humanos quais as necessidades, vontades e desejos daquela pobre ave. É de conhecimento geral e comum que animais só existem para nos satisfazer.

O marido pagou pelo pato, a mulher pagou pelo pato e o camponês não pagou nada recebeu duas vezes e cedeu o pato. Mentiras, traições, falcatruas e desonestidades essas são as relações humanas. O marido provavelmente se sentia culpado por não dar um pato a esposa, a esposa se sentia culpada pela traição e o camponês se sentia culpado por ter trocado/abandonado seu companheiro de longa data por uma rapidinha. Mas rapidamente e habilmente os três transferiram a culpa para o Pato. Quem paga é sempre o Pato. O que é íntegro e justo já que Homer Simpson, um grande sábio da humanidade, uma vez afirmou: “A culpa e minha e eu boto em quem eu quiser!”

Humanos são seres culpados. Mas quem paga é o Pato!

Bjundas

Ministério do sarcasmo adverte:

Acreditar e/ou levar a sério informações desse texto é um atestado de bestialidade.

 O autor:

sunca_autorFelipe Assumpção Soares é Mestre e Doutorando em auto-sabotagem desde 1986.

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Salve-se Quem puder #04 – Batman Vs Superman – Mentiras, falsidades e picuinhas

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Salve-se Quem puder é um momento de inatividade ociosa onde o Sunça exercita sua exorbitante genitália intelectual abordando os temas mais relevantes para a existência humana.

A existência é injusta, e boa parte da culpa é dos próprios humanos. Nossa sociedade busca controlar tudo, entender tudo e conquistar tudo. O que é ironicamente problemático já que nunca, ou quase nunca, conseguimos efetivar esses objetivos. O primata tenta controlar o tempo, não consegue. Tenta entender a época, não consegue. Tenta conquistar o momento, não consegue. E a única forma de se iludir de que conseguiu alguma dessas glórias é subjugando outros primatas. E assim nasce nossa percepção de poder e/ou percepção de acensão social. Vivemos em busca, sempre, de mais pujança e poderosos são corruptos. Um bom exemplo é o confronto: Batman Vs Superman.

O Superman ou Super-homem já foi retratado em diversas mídias. Recentemente, foi parte fundamental do longa Batman Vs Superman: A Origem da Justiça. No filme ele enfrenta outro personagem (Também muito retratado em diversas mídias), o homem morcego. O filme foi, e ainda é, alvo de muita polêmica, muita discussão e muita troca de conhecimento intelectual advindo de sabedoria adquirida de leite de pera. Esse tipo de saber é muito comum na internet hoje em dia, os estudiosos o definem com o termo técnico: Mimimi. “O Batman não mata!” “O Superman não mata” “Que a mulher maravilha tá fazendo em um avião?” “Sério? Entrada USB ao lado da cozinha?” “O plano do Lex Luthor é só tocar o terror mesmo?” “Qual é a do teletransporte da Lois?” São algumas das muitas reclamações e constatações sobre esse famigerado encontro. São apurações válidas, porém, acredito que a maior parte dos bípedes da ordem dos primatas, já está tão acostumada coma injustiça que é essa ressaca moral que chamamos de vida, não percebeu as mentiras, falsidades e picuinhas ali retratadas.

Kal-El nasceu no planeta Krypton. Foi mandado à Terra por Jor-El, seu pai, e adotado pelo casal de fazendeiros Jonathan e Martha Kent. Esse é o Super-homem. Um alienígena extremamente poderoso que se passa por um homem. Utilizando a inteligente tática de se disfarçar com um par de óculos, ele pode se fingir de bom moço enquanto na verdade (Quando sem os óculos) atende todas as suas vontades. Salva, mata e ajuda quem bem entender. O que funciona bem já que estamos mais preocupados com nossas vidas e com nossas séries de tv, do que em avaliar bem se os atuais poderosos atendem aos nossos desejos e/ou se estão tentando fazer o melhor por nós. Após testemunhar o assassinato de seus pais o milionário Bruce Wayne jura vingança contra criminosos, treina seu corpo, sua mente e cria uma persona para combater o crime. E como todo milionário usa sua superabundante fortuna para se equipar e conseguir poder. Um humano extremamente comum que se passa por um ser super poderoso. Utilizando a inteligente tática de destruir toda e qualquer forma mais poderosa do que ele empregando tudo o que sua grana pode comprar. O que funciona bem, já que não estamos preocupados uns com os outros e sim com a repercussão das ações desses seres poderosos na nossa própria, individual e particular existência. Aliás estamos mais preocupados em pensar no que faríamos a a grana de tal poderoso estivesse em nossa própria conta e não em um paraíso fiscal qualquer.

Um alienígena que se finge de homem para fazer o que quiser, um homem que se finge de super e usa sua grana para destruir seres mais poderosos e aumentar sua influência, se unem a uma deusa, princesa e amazona que se passa por mulher. (Mulher-Maravilha) Mas é claro, que esses poderosos apenas se uniram porque precisavam derrubar um outro poderoso que “ameaçava” a supremacia deles. Afinal, temos que controlar tudo, entender tudo e conquistar tudo.  Então sigo junto com o Homem-Aranha. Que, na situação em que se encontra, tenta usar seus poderes da melhor forma possível. E os utiliza sempre de acordo com seus princípios, independente se na sua vida pessoal só rola merda. E como rola merda.

Poderosos são corruptos.

Bjundas

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sunca_autorFelipe Assumpção Soares é Mestre e Doutorando em auto-sabotagem desde 1986.

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Salve-se Quem puder #03 – Coletivos me incomodam

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Coletivos me incomodam.

Esses substantivos criados com o objetivo de reunir determinados  grupos, além de dizer muito mais de nossa sociedade e sobre o comportamento humano, são estranhos, inadequados e irônicos. Aos olhos de um primata comum podem parecer inofensivos mas são uma bela demonstração da discrepância que existe nem nossa sociedade e como o que reina na vida é a injustiça.

Um conjunto de chaves é molho, o de lobos é alcateia e já o de vadios é matula. O substantivo coletivo indica um agrupamento, mostra a multiplicidade de seres de uma mesma espécie, apesar de ser uma palavra completamente avulsa e no singular. Uma cabra é feliz. Leva sua vida honestamente e ensina suas crias abestadas como seguir por esse trio elétrico moribundo, mequetrefe e com um motor de fusca que chamamos de vida. Cabras são legais. E têm uma grande consideração pelos humanos, convivem conosco a muitos anos sendo meio de transporte, vestimenta, fonte de alimentação e até companhia. Os humanos, que tiveram a mesma vivência, preferem estimar, amar e acariciar seus telefones celulares. E na hora de nomear um grupo de cabras optou por: Fato.  Meu Deus. Não sei como elas não vivem em uma constante crise de identidade. (Eu vivo)

O indivíduo é um, único e especial. Mas quando está em grupo se torna uma palavra diferente e indiferente, perde sua individualidade e passa a ser mais um em uma massa insossa e genérica. Para nós, bípedes da ordem dos primatas, é esse o estilo de vida que nossos milhares de anos de existência nos mostraram ser um caminho fidedigno, justo e feliz. Mas que diabos as cabras têm a ver com nossas escolhas infelizes? E não só as cabras, o conjunto de cebolas é: Réstia.  Réstia! E se isso já não fosse injustiça o suficiente, o substantivo comum tem que seguir as regras gramaticais, existe pural, singular e etc. Os soberbos e superiores coletivos, não. Estão sempre no singular. Como bem dito na Revolução dos bichos: “…Todos são iguais mas alguns são mais iguais que outros…”

Um porco é um belo animal. É um bonito ser, com suas próprias características. Você sabe como é um porco, não existe dúvidas. Já uma vara, pode ser qualquer coisa. Como é uma vara? O que ela quer? O que pensa da vida? Porque diabos continua vivendo nesse planeta onde os seres, que se acham os mais inteligentes, nomeiam tudo a Deus dará e brincam com a identidade das coisas, dos animais e de tudo ao seu redor apenas por que não sabem quem são, de onde vieram, para onde vão e nem tem a menor ideia do que deveriam estar fazendo? Eu sou uma pessoa, você é uma pessoa (Pelo menos eu acho.) e juntos somos: mais?, amigos?, idiotas?, não. Somos: Chusma. (Ainda acha que sabe quem você é?)      

Talvez o balido das cabras seja um aviso. É extremamente provável que estejam dizendo que devíamos parar um pouco de brigar uns com os outros e de nomear as coisas. Para elas, devíamos gastar mais tempo de nossas vidas injustas e inábeis nas montanhas e parar um pouco para cheirar o peido. (Técnica divulgada pelo ator Joey Tribiani.)

Cabras são legais.

Bjundas

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Salve-se Quem puder #02 – Nuvens são cruéis

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A vida é injusta, covarde e cruel.

O ser humano é um pequeno gafanhoto que vaga perdido, completamente inábil nessa titica conhecida como mundo. E uma das maiores crueldades da vida, são as nuvens.

Aquelas magníficas formações suspensas na atmosfera brincam de simular figuras inusitadas com seus corpos vaporosos, para chamar a atenção de crianças e entreter casais apaixonados. O que não percebemos é que na verdade são um atestado de que a vida está é de brinks e tirando sarro de nossas fuças primatas. Essas formações mimadas, prepotentes e exibicionistas, ludibriam as mentes obtusas dos humanos comuns trazendo tranquilidade e paz enquanto na verdade apenas apontam como somos incompetentes e como no mundo a zoeira não têm limites. Isso porque as nuvens são formadas por partículas de gelo e/ou água.

Marty Mcfly e Doc. Brown estavam errados, em 2015 carros ainda não voam. Porém desde que o mundo é mundo temos gelo/água voando pelos céus, nos distraindo com suas formas excepcionais enquanto cornetam nossa incapacidade de voar. Quando criança adorava olhar para as nuvens e procurar desenhos e formas, mas hoje em dia, apenas me sinto enojado e humilhado por sua demonstração de superioridade e por ser mais uma porrada que a paranóia humana (que conhecemos como vida) nos dá.

Como se não bastasse, dependendo de sua constituição, elas podem chegar a uma tonelada.  Vale lembrar que o corpo humano têm 65% de água, pesa muito menos que uma tonelada e ainda assim a última vez em que vi um bípede da ordem dos primatas voar foi em um longa da Disney. (Muito foda por sinal) Nós (os humanos) somos fascinados pela ideia de voar, ela nós acompanha desde nossos primórdios, até conseguimos construir uma máquina voadora, que curiosamente é extremamente mais pesada que qualquer homem e/ou mulher e sem água em sua estrutura física. Ainda acha que a vida não é injusta e cruel?

Para o mestre e guru Douglas Adams, o homem pode sim voar. Segundo ele basta você aprender a como se jogar no chão e errar. É uma ótima teoria e uma boa técnica. Não tenho vergonha de admitir que já tentei algumas vezes, mas tudo o que consegui foi um belo olho roxo e um nariz inchado. O que justifiquei para a família e amigos como um acidente normal e cotidiano de excesso de álcool. O que soa extremamente plausível uma vez que ingerir colossais quantidades de álcool é um ato estimado por nossa sociedade, e até mesmo um belo e prazeroso rito de passagem. (Executado semanalmente, obrigatoriamente, de quinta-feira a domingo. Os demais dias são opcionais.) Confesso que já considerei executar a técnica “pense uma coisa bem boa, que assim você voa” mas sempre que cogito saltar de lugares extremamente altos a melhor coisa que passa pela minha cabeça é o desejo de um óbito ágil e indolor.  

Então sigo minha vida. Tomo mais essa porrada e me levanto, porque como aprendi com o mestre Balboa o importante é quantos golpes você aguenta levar e continuar em frente. E sigo, andando, caminhando, trotando e/ou correndo por esse mundo onde água/gelo voa. (Puta vida injusta meu!)

Bjundas

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Salve-se Quem puder #01 – Mentira

sunca_bilau

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Vai mentir, vai enganar, vai roubar e, principalmente, vai dizer verdades porque agora é a hora!

Desde barrigudinho, o dia da mentira sempre foi um dos meus favoritos! É o dia da criatividade e da improvisação caluniosa. É o único dia do ano em que se pode dizer qualquer asneira mais absurda e burra do mundo e ninguém se ofende e/ou se irrita. (Espero que os facebookianos aproveitem bem.)

Mas acredite se quiser, hoje é um dia para se dizer a verdade! Isso mesmo, é a hora da sinceridade atômica. Sabe aquela verdade que dói? “Acho que seu nariz veio com defeito de fábrica”, “Essa camisa não é muito apertada para alguém com uma pança de chope do tamanho da sua?”, “E essa sua personalidade enfadonha e enfastiante, é sério mesmo?” Pois é. Manda ver! Hoje, ninguém vai acreditar.  

Mas, se você insiste em mentir, pelo menos minta direito. “Ô moço, ontem eu fui em um boteco (Descubra onde a patroa do seu amigo foi.) e vi sua namorada/esposa/affair dando uns pegas num tal de fulano (O cara que ele mais tem ciúmes.) e eles foram embora juntos!” ou então ligue para sua casa e diga “Bom dia senhora. Encontramos o corpo, morto e nu, de um jovem (descreva aqui suas características), abandonado em um beco sujo. Com esse celular em suas mãos. Você poderia vir fazer o reconhecimento do corpo? (Caso sua mãe/namorada desligue, atenda novamente com a voz do policial. É sempre uma boa ideia pedir um amigo para fazer a ligação.)   É esse o tipo de mentira a ser contada. Não existe jucundidade e glória maior do que se deleitar com o desespero, dor e aflição das pessoas que você ama. Esse aliás, é o sentimento mais humano que existe.

Vale ressaltar que se você está dizendo a verdade, ou se está contando uma mentira, realmente não importa. O que faz a diferença é terminar toda qualquer frase do dia com uma risadinha e uma cara suspeita. Assim, ninguém sabe ao certo se você está falando sério ou se está evacuando pela boca. (Gosto tanto dessa técnica que a adotei como estilo de vida.)

Agora, caso você seja uma pessoa extremamente sincera e fidedigna e nunca mentiu (mentiroso), nunca enganou (trouxa) e nunca roubou (sério?), aproveite o dia para procurar um especialista.

Existem vários mestres na arte de mentir. Hoje em dia, seu habitat natural é a internet. Têm os que são excelentes em bolar desculpas esfarrapadas, os  excelentes em sempre ter um caso melhor do que o seu, os que tiram fatos e/ou dados do sovaco e os fdp que apenas tocam o terror mesmo. Mas, se seu caso for extremo, procure o auxílio e a doutrina dos maiores mentirosos, os maiores contadores de casos, os maiores usurpadores de propriedades alheias, os verdadeiros gatunos matraqueados na arte de embustear, que também conhecemos como políticos. Todos inocentes e fidedignos, segundo eles, é claro!

Precisa dizer mais alguma coisa?

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